Nestlé Purina inaugura fábrica de ração úmida em Santa Catarina

Planta de Vargeão recebeu investimentos de R$ 2,5 bilhões
Com tecnologia de ponta, a nova unidade amplia o potencial produtivo de Purina no Brasil e inicia exportações neste mês para países da América do Sul

A Nestlé Purina inaugurou sua primeira fábrica em Vargeão, no Oeste de Santa Catarina, consolidando o maior investimento já projetado pela companhia no segmento de pet food no Brasil: R$ 2,5 bilhões. A unidade marca um avanço estratégico ao posicionar o Brasil como hub global de produção e exportação de alimentos úmidos (em sachês) para cães e gatos, atendendo à crescente demanda do país, o terceiro maior mercado pet do mundo, com mais de 150 milhões de animais. Nos últimos anos, a Purina tem mantido um crescimento de duplo dígito, acima do mercado, e a expectativa é que essa nova unidade acelere ainda mais essa tendência.

Com a primeira linha já em operação, a nova fábrica quase dobra a capacidade de produção de alimentos úmidos (em sachês) para cães e gatos de Nestlé Purina no Brasil. "Vargeão chega para complementar a fábrica de Ribeirão Preto que também produz alimentos secos e petiscos. Juntas, as operações fortalecem a capacidade produtiva, a competitividade e o papel do Brasil na estratégia global de pet care da Nestlé", explica Rodrigo Maingue, diretor executivo de Purina no Brasil. Com vocação exportadora, a unidade de Vargeão já atende o mercado do Chile e avança gradualmente para outros países da América Latina, como Colômbia e México, até o final do ano.

A fábrica de Vargeão já nasce com o conceito de Indústria 4.0 e conta com tecnologia proprietária de Purina equipada com linhas de produção de última geração que garantem ganhos relevantes de eficiência e produtividade em relação aos modelos convencionais. A operação possui um Centro de Operações Integradas (COI), robôs nas linhas de envase e embalagem, além de soluções de Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial para monitoramento em tempo real. O projeto gera impacto direto na comunidade local, com a criação de 140 vagas fixas, das quais 42% são ocupadas por mulheres, que também representam 50% dos cargos de liderança, além de 44 postos indiretos e cerca de 200 profissionais terceirizados na operação. Durante a fase de construção da unidade, aproximadamente 7.200 trabalhadores atuaram nas obras.

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Quarta, 04 Março 2026

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