The Best Açaí investe R$ 20 milhões em fábrica no Paraná
BesA The Best Açaí, maior rede de açaí e sorvetes do Brasil, anuncia a inauguração de sua nova unidade fabril, a Amadelli Recheios, dedicada exclusivamente à produção de recheios e cremes. Com um aporte inicial de R$ 20 milhões nesta primeira fase, a planta opera sob o conceito de Indústria 4.0, utilizando Inteligência Artificial para gerir processos produtivos em regime de 24 horas por dia, para atender as mais de 1 mil unidades da rede, no Brasil e no exterior.
O movimento é central na estratégia de verticalização do Grupo The Best, holding que possui as marcas Amadelli Alimentos e The Best Açaí, e projeta um faturamento de R$ 1,5 bilhão em 2026. Ao internalizar 100% da produção de recheios, incluindo linhas complexas de nozes com armazenamento climatizado, a rede fortalece a padronização entre as unidades, preservando qualidade e estabilidade para os franqueados.
Com um time industrial de 100 profissionais, a operação conta com um corpo técnico de 12 engenheiros dedicados à otimização de processos via IA. "Nosso movimento vai além da produção para as lojas: estamos investindo em automação e inteligência para agregar ainda mais valor estratégico aos nossos produtos. As automações nos dão precisão cirúrgica no controle de desperdício e na padronização sensorial, algo raro no food service global", afirma Mateus Bragatto, sócio-fundador da The Best Açaí.
Roadmap financeiro e ambição global
A infraestrutura foi desenhada para atender aos mais rigorosos padrões internacionais. O objetivo é dar suporte à expansão da marca nos Estados Unidos, garantindo que o mix de produtos servido na Flórida tenha a mesma excelência tecnológica e segurança alimentar da matriz brasileira. A fábrica nasce com um plano produtivo de 1000 toneladas no primeiro ano de operação. A meta é que em 2027 a unidade atinja um faturamento na casa dos R$ 80 milhões, com uma equipe de 150 colaboradores em plena capacidade, atendendo lojas do Brasil, Paraguai e Estados Unidos.
"Este compliance é o passaporte necessário para o nosso plano de internacionalização, que já estrutura a entrada no mercado americano, especificamente na Flórida, ainda em 2026. Ao exportar um modelo de negócio verticalizado e tecnologicamente avançado, queremos nos posicionar para competir globalmente no segmento de wellness e indulgência, provando que a engenharia e a gestão de dados são parte do sucesso no mercado de açaí", explica Bragatto.
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