Geração de empregos no Brasil cai pela metade em julho
O Brasil criou 58.568 vagas de trabalho em julho deste ano, segundo dados do Caged divulgados na sexta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Destes, 38.085 são homens e 20.483 mulheres. Este resultado decorreu de 2.262.888 admissões e de 2.204.320 desligamentos. O saldo é 57,3% menor em relação a junho, quando o país criou 137.044 empregos.
Os setores de serviços (24.098 postos), construção (12.691 postos), agropecuária (12.523 postos) e indústria (11.315 postos) apresentaram crescimento de empregos. Por outro lado, o comércio teve saldo negativo (-2.056 postos). O salário médio de admissão em julho foi de R$ 2.419,23. Comparado ao mês anterior, houve um acréscimo real de R$ 15,13, uma variação em torno de 0,6%.
A variação regional mostra crescimento em 22 das 27 unidades federativas. São Paulo (17.814 postos) teve o maior saldo positivo de emprego. Espírito Santo (-2.605 postos), Rio Grande do Sul (-903 postos) apresentaram os menores saldos. Apenas a região Sul apresentou saldo negativo de 628 postos (-0,01%).
No acumulado do ano, o saldo foi de 972.203 empregos no país. De janeiro a julho, a região Sudeste apresentou o maior saldo de empregos formais no período (460.130), seguida pela região Sul (170.756). Entre os estados que mais se destacaram na geração de empregos formais no acumulado do ano estão São Paulo (267.107), Minas Gerais (113.981) e Paraná em terceiro lugar ( 68.243).
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