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Região Sul movimentou US$ 5,8 bilhões em fusões em 2019

O ano de 2019 terminou com recorde de fusões e aquisições envolvendo empresas brasileiras. No total, foram 1.420 negócios onde 263 envolveram empresas localizadas no Sul, maior número registrado na região desde 2014. No total, somados, as negociações...
Região Sul movimentou US$ 5,8 bilhões em fusões em 2019

O ano de 2019 terminou com recorde de fusões e aquisições envolvendo empresas brasileiras. No total, foram 1.420 negócios onde 263 envolveram empresas localizadas no Sul, maior número registrado na região desde 2014. No total, somados, as negociações feitas no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul resultaram em um montante de US$ 5,8 bilhões. O levantamentno foi realizado pela equipe de inteligência de mercado do TTR, plataforma de tecnologia financeira que fornece dados transacionais, para o Portal AMANHÃ. 

Empresas que atuam no segmento de tecnologia são as que mais se destacam na participação de empresas estrangeiras como compradoras nas transações efetuadas no ano passado. A maior delas foi o aporte de capital recebido pela curitibana pipefy no valor de US$ 45 milhões pelo fundo norte-americano Insight Venture Partners.  Desde 2012, as empresas com sede nos Estados Unidos mantém um ritmo constante de aquisições no Brasil, porém os valores transacionados mapeados pelo TTR -Transactional Track Record oscilaram ao longo dos anos. Em 2013 registrou-se o menor valor, com R$ 16,9 bilhões transacionados. Em 2019, foi registrado o maior valor com quase R$ 39 bilhões investidos.  As empresas do Sul também são alvo constante de empresas dos Estados Unidos. Em 2019 foram 21 aquisições e um valor total de R$ 1,8 bilhão.  

O Japão foi o segundo país que mais adquiriu empresas no Brasil em 2019, com 23 transações registradas até o fim do ano. Além disso, o setor favorito dos japoneses no Brasil é o de internet. Somente no Sul foram 12 aquisições mapeadas pelo TTR, e um valor total de aproximadamente R$ 5 bilhões. A maior transação foi aquisição da Embraco (foto), com sede em Joinville (SC), pela japonesa Nidec Corporation  por R$ 4,3 bilhões. Da mesma forma, o Brasil representa um mercado significativo para a China. Os registros evidenciam que no ano de 2013 se atingiu o número mais alto de negócios adquiridos por empresas chinesas no Brasil, chegando a concluir um total de 20 operações naquele ano. Depois disso, o número diminuiu para 11 em 2018 e se manteve em 2019. No Sul foram quatro aquisições realizadas por empresas chinesas em 2019, que tiveram como alvos a Intelbras (SC), a Prentiss Química (RS), a Atlantic Energias Renováveis (PR)  e os ativos do Frigorífico Estação (RS).

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Terça, 26 Janeiro 2021

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