Produção industrial gaúcha avança 6,7% em fevereiro
Índice subiu 1% em Santa Catarina e recuou 0,1% no Paraná
Na passagem de janeiro para fevereiro, a produção industrial brasileira cresceu 0,9%, na série livre de influências sazonais, com 11 dos 15 locais pesquisados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM) Regional apresentando resultados positivos. Os maiores avanços foram registrados no Espírito Santo (11,6%) e Rio Grande do Sul (6,7%), com ambos interrompendo dois meses consecutivos de queda na produção.
O analista da pesquisa Bernardo Almeida destaca que com o crescimento em fevereiro, a produção industrial acumula um ganho de 3% nos dois últimos meses. O indicador elimina, portanto, a perda de 2,3% acumulada no período de setembro a dezembro de 2025. Almeida destaca ainda que com o crescimento em fevereiro, a produção industrial acumula um ganho de 3% nos dois últimos meses. O indicador elimina, portanto, a perda de 2,3% acumulada no período de setembro a dezembro do ano passado.
O Rio Grande do Sul (6,7%) obteve o segundo lugar em termos absolutos e o primeiro em termos de influência no mês. Com o resultado, a indústria gaúcha interrompe dois meses consecutivos de quedas, registrando a taxa mais elevada desde junho de 2024 (35,6%), quando a indústria local retomou as atividades após as enchentes que paralisaram a produção no estado. Nesse mês, entre os setores que auxiliaram a recuperação estão bebidas e veículos automotores. "A indústria gaúcha eliminou quase totalmente a sua perda de 6,8%, acumulada no mesmo período. Ambos os movimentos nos permitem fazer uma leitura compensatória às perdas anteriores", explica Almeida. .
Bahia (3,2%), Pará (2,7%), Ceará (2,5%), Amazonas (1,7%), Santa Catarina (1%) e Região Nordeste (1%) também registraram avanços mais intensos do que a média nacional (0,9%), enquanto Pernambuco (0,6%), São Paulo (0,5%) e Rio de Janeiro (0,2%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas em fevereiro de 2026. Pelo lado das quedas, Mato Grosso (-0,9%) e Goiás (-0,8) registram os recuos mais elevados em fevereiro. Minas Gerais (-0,3%) e Paraná (-0,1%) também mostraram resultados negativos em fevereiro.
O analista da pesquisa Bernardo Almeida destaca que com o crescimento em fevereiro, a produção industrial acumula um ganho de 3% nos dois últimos meses. O indicador elimina, portanto, a perda de 2,3% acumulada no período de setembro a dezembro de 2025. Almeida destaca ainda que com o crescimento em fevereiro, a produção industrial acumula um ganho de 3% nos dois últimos meses. O indicador elimina, portanto, a perda de 2,3% acumulada no período de setembro a dezembro do ano passado.
O Rio Grande do Sul (6,7%) obteve o segundo lugar em termos absolutos e o primeiro em termos de influência no mês. Com o resultado, a indústria gaúcha interrompe dois meses consecutivos de quedas, registrando a taxa mais elevada desde junho de 2024 (35,6%), quando a indústria local retomou as atividades após as enchentes que paralisaram a produção no estado. Nesse mês, entre os setores que auxiliaram a recuperação estão bebidas e veículos automotores. "A indústria gaúcha eliminou quase totalmente a sua perda de 6,8%, acumulada no mesmo período. Ambos os movimentos nos permitem fazer uma leitura compensatória às perdas anteriores", explica Almeida. .
Bahia (3,2%), Pará (2,7%), Ceará (2,5%), Amazonas (1,7%), Santa Catarina (1%) e Região Nordeste (1%) também registraram avanços mais intensos do que a média nacional (0,9%), enquanto Pernambuco (0,6%), São Paulo (0,5%) e Rio de Janeiro (0,2%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas em fevereiro de 2026. Pelo lado das quedas, Mato Grosso (-0,9%) e Goiás (-0,8) registram os recuos mais elevados em fevereiro. Minas Gerais (-0,3%) e Paraná (-0,1%) também mostraram resultados negativos em fevereiro.
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