Mercado de trabalho gera 85,8 mil postos em abril
Em abril foram gerados no país 85.888 postos de trabalho com carteira assinada, resultante de 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos no mês. O saldo é 62,3% menor em relação a março, quando o país criou 227.974 empregos. Em relação aos meses de abril desde 2020, esse é o segundo resultado mais baixo da série, só perdendo para o mesmo mês de 2020, que registrou o fechamento de 981.342 postos, no início da pandemia de Covid-19. O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, que gerou 69.601 postos de trabalho (0,3%). No acumulado do ano foram 699.762 novos postos de trabalho, representando um crescimento de 1,5% em relação ao estoque de dezembro 2025. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
No mês, foram registrados saldos positivos em 24 estados. Os maiores foram verificados em São Paulo (20.202), Rio de Janeiro (11.741) e Minas Gerais (8.991). Já a região Sul registrou a criação de 4.449 novos postos de trabalho. Santa Catarina criou 3.510 vagas e ocupou a oitava posição no país. O Paraná registrou 2.335 novas oportunidades e ficou na décima posição. O Rio Grande do Sul teve um saldo negativo de 1.396 vagas, ocupando a penúltima colocação.
No acumulado de janeiro a abril de 2026, o ranking dos estados com maior saldo positivo de novas vagas com carteira assinada é o seguinte: São Paulo, com 202,4 mil vagas; Minas Gerais, com 78,6 mil vagas; Santa Catarina, com 63 mil vagas; Paraná, com 58,9 mil vagas; e Rio Grande do Sul, com 45.461 vaga. A região Sul ocupa a segunda posição na geração de empregos no Brasil em 2026, com 167.330 novos postos. A região Sudeste lidera com 331.442 vagas formais.
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