Empresas catarinenses exibem a melhor rentabilidade do Sul

Representantes de SC se destacam na região com o menor endividamento e a menor soma de prejuízos
Weg lidera em patrimônio e exibe o maior lucro líquido

Ainda que seja o menor dos três estados do Sul, Santa Catarina exibe eficiência na 31ª edição de 500 MAIORES DO SUL. As empresas catarinenses bateram as gaúchas em volume total de receitas líquidas pelo segundo ano consecutivo. Foram R$ 238,1 bilhões em vendas em 2020 contra R$ 229,1 bilhões das gaúchas.

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Santa Catarina também é destaque por apresentar a menor média de endividamento (52,8%), ante 53,3% das representantes do Paraná e 55,5% das companhias do Rio Grande do Sul. A rentabilidade das catarinenses também é maior: 14,5% (frente a 11,4% das paranaenses e 10,2% das gaúchas). As representantes de Santa Catarina registram, ainda, a menor soma de prejuízos, R$ 200 milhões, frente a R$ 1,4 bilhão das gaúchas e R$ 4,6 bilhões das paranaenses.

Pela terceira edição consecutiva, duas catarinenses – Bunge e BRF – duelam pelo primeiro lugar do maior ranking regional de empresas do Brasil, publicado por AMANHÃ com o apoio técnico da PwC Brasil. A vice-líder BRF segue no retrovisor, mas a diferença, que era de menos de R$ 1 bilhão no principal indicador do ranking, o Valor Ponderado de Grandeza, aumentou nesta edição para R$ 4 bilhões (clique aqui para ver os resultados na íntegra).

Entre as 500 Maiores, o Rio Grande do Sul supera o Paraná em número de empresas: 185 contra 179. Santa Catarina tem 136. Nesta edição, comparativamente à anterior, Rio Grande do Sul e Santa Catarina contam com duas empresas a mais em cada estado, enquanto o Paraná perdeu quatro representantes.

O critério de classificação das empresas
Para revelar quem é quem entre as empresas do Sul, a Revista AMANHÃ e a PwC Brasil construíram um indicador exclusivo: o Valor Ponderado de Grandeza (VPG). O índice reflete, de forma equilibrada, o tamanho e o desempenho das empresas, a partir de uma ponderação que considera os três grandes números do balanço: patrimônio líquido (que tem peso de 50% no cálculo do VPG), receita líquida (40%) e lucro líquido ou prejuízo (10%).

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Quarta, 01 Dezembro 2021

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