Alterar ciclos é viver a vida em plenitude
Assim como na vida, a carreira também passa por grandes ciclos. Eles são marcados por distintas fases: o começo, o aperfeiçoamento, o ápice, a saturação e, por fim, a reinvenção. Ao iniciar uma determinada atividade, o profissional possui uma empolgação que impulsiona a empresa e faz muitas coisas acontecerem. Depois, ele junta sua experiência ao conhecimento da cultura da empresa. Então, inicia a desenvolver atividades mostrando resultados e trazendo novos pontos de vista para a organização. A plenitude é o passo seguinte. As pessoas têm domínio de suas tarefas e grande disposição para dividir conhecimentos.
A seguir, geralmente, vem a queda, pois os desafios não parecem mais ser tão atraentes. Porém, isso não é ruim. Trata-se tão somente de uma nova fase. O principal sinal de que um ciclo está se fechando é você perceber que o próximo filme já foi visto. Ou seja, o resultado, embora ótimo, não empolga. Então é hora de mudar! O problema se encontra quando as pessoas são “obrigadas” a alterar seu ciclo diante de uma demissão, por exemplo. Nesse caso, é preciso praticar o desapego – caso contrário, o profissional corre o risco de ficar preso em saudosismos gerando dificuldades para executar novas atividades.
Mas qual é o prazo de cada ciclo? Não existe resposta. Tem gente, por exemplo, que possui o dom de manter-se por anos na fase de plenitude: são os afortunados. Outros têm ciclos curtíssimos e gás para novas experiências – característica das novas gerações que estão chegando ao mercado. Tenha em mente que os ciclos profissionais fazem parte da carreira e são tão importantes quanto os ciclos da nossa vida pessoal. Portanto, vivê-los é viver a vida em plenitude.
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