Killing compra o Grupo LRB, segunda aquisição em um ano

Expansão é resultado de um plano de R$ 150 milhões em investimentos até 2026
"Continuamos com o radar ligado tanto para oportunidades na área de tintas, quanto na de adesivos", confirma o CEO Milton Killing

O Grupo Killing acaba de concluir mais uma aquisição. Na manhã desta quinta-feira, 3 de abril, a Killing oficializou a compra do Grupo LRB, fabricante de adesivos com unidades em Estância Velha e Novo Hamburgo. O anúncio ocorre um ano após a empresa sediada em Novo Hamburgo ter adquirido a Superlack Indústria Brasileira de Tintas Ltda., fabricante de tintas em pó para a indústria metalmecânica, com sede em Caxias do Sul. O valor da negociação com a LRB não é revelado por sigilo do contrato, mas está dentro de um plano de investimentos de R$ 150 milhões, que iniciou em 2023, com a inauguração do centro de distribuição em Sapucaia do Sul, seguiu em 2024, com a incorporação da Superlack, ganhou novo passo agora, com a LRB, e vai continuar até 2026, com ampliação da capacidade e modernização em suas próprias unidades e possíveis novas aquisições.

"A compra do Grupo LRB está dentro do nosso propósito de fazer a Killing crescer e se fortalecer. É uma aquisição estratégica, pois complementa o portfólio e traz uma tecnologia adicional", destaca o CEO Milton Killing. Segundo ele, a LRB tem uma excelente reputação no mercado e atende não só o Brasil como a América Latina. Como a Killing, a LRB também leva inovação e soluções tecnológicas para as áreas em que atua. A empresa é especializada no desenvolvimento de adesivos que atendem às necessidades dos setores moveleiro, calçadista, embalagens e tissue (que é o segmento da indústria de papel). "Com a aquisição, estamos agregando maior capacidade produtiva em algumas linhas que já temos e incluindo novas, por exemplo, a de adesivos para o segmento tissue", explica Milton.

A estimativa é de que a capacidade de produção aumente em até 80% em algumas linhas de adesivos. A Killing planeja também manter os 90 funcionários que hoje fazem parte da LRB e, dessa forma, deve chegar a 670 colaboradores totais, somando as unidades no Rio Grande do Sul, na Bahia, na Argentina e no México. A negociação entre Killing e LRB levou cerca de seis meses. A maioria do capital investido (70%) vem do caixa da própria Killing e o restante foi financiado junto ao mercado. "Continuamos com o radar ligado tanto para oportunidades na área de tintas, quanto na de adesivos", confirma o CEO. A Killing registrou faturamento de R$ 850 milhões em 2024 e projeta alcançar R$ 950 milhões este ano.

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Sexta, 04 Abril 2025

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