Brasil Foods, a queridinha dos fundos de investimento

Um levantamento realizado pela Economática mostra que 684 fundos de 176 gestoras alocam seus recursos em ativos de empresas do setor de alimentos. São ao todo R$ 6,4 bilhões divididos em empresas como Brasil Foods, JBS, Marfrig, Minerva, Minupar, LAE...

Um levantamento realizado pela Economática mostra que 684 fundos de 176 gestoras alocam seus recursos em ativos de empresas do setor de alimentos. São ao todo R$ 6,4 bilhões divididos em empresas como Brasil Foods, JBS, Marfrig, Minerva, Minupar, LAEP, M. Dias Branco, Cosan, São Martinho e Tereos. O relatório é baseado em todos os tipos de instrumentos que essas empresas têm no mercado, ou seja, posição em ações (long, empréstimo tomado e doado), opções (compra e venda), termo, investimentos no exterior, entre outros. A análise mostrou que o setor não tem debêntures na indústria de fundos.

A empresa que os fundos mais investem é a catarinense Brasil Foods. O valor aportado é de R$ 4,8 bilhões – nada menos que 75% do total. O Bradesco Asset Management (BRAM), que é também a maior gestora com alocação no setor de alimentos, tem R$ 873,7 alocados na empresa. O Itaú Unibanco também possui uma participação importante no setor. Além de destinar R$ 113,7 milhões para a BRF, também investe em 25 instrumentos diferentes.

A segunda empresa com maior alocação de recursos é a JBS, com R$ 934,3 milhões, sendo R$ 126,5 milhões em ativos comprados pelo Itaú Unibanco.

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Sábado, 04 Abril 2026

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