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Monterrey construirá usina fotovoltaica para atender hospital

O projeto, que demandou cerca de R$ 19 milhões de investimentos, fica em Cidade Gaúcha
O projeto está em fase de implantação e deve ser concluído em 2021

A Monterrey Construtora, especializada no gerenciamento e execução de ampliações e construções de subestações de energia até 750 KV, acaba de selar contrato com o Hospital Nossa Senhora das Graças, um dos maiores centros de saúde do Paraná, para a implantação de uma usina fotovoltaica com capacidade de 4.9 megawatts. O projeto, que demandou cerca de R$ 19 milhões de investimentos, captará energia solar em um terreno de 6,5 alqueires paulistas, localizado em Cidade Gaúcha, município situado na região noroeste. A expectativa da construtora sediada em Maringá é expandir o empreendimento futuramente.

Considerado referência no país pelos tratamentos clínicos e cirúrgicos de alta complexidade, como transplante de medula óssea e hepático, o hospital maximiza a taxa de retorno tendo em vista a não incidência de impostos, uma vez que se trata de uma entidade filantrópica. O projeto está em fase de implantação e deve ser concluído em 2021.

Atualmente, a Monterrey possui em sua carteira clientes como Furnas, Copel e Eletrosul. Segundo Paulo Magalhães, presidente da empresa, a nova oferta já possui cerca de 20 leads em andamento. "A energia solar é a que mais cresce em todo mundo e representa uma tendência, já que as fontes limpas e não-poluentes são o melhor caminho para o desenvolvimento da humanidade", reflete ele. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), estima-se que, até 2050, metade da matriz energética nacional virá do sol. Graças a este novo empreendimento, a expectativa é que a Monterrey multiplique por quatro seu faturamento em 2021 em relação a 2020. No ano passado, a companhia obteve uma receita de R$ 24 milhões.

A expectativa agora fica por conta de possível alteração da Aneel sobre as condições dos valores de compensação da energia elétrica das usinas fotovoltaicas. A resolução normativa 482, da agência reguladora, prevê que a energia gerada e injetada na rede de distribuição seja apenas parcialmente compensada na conta de luz e não totalmente, como é realizada hoje. A Aneel alega que há alguns custos, diferente de quando os incentivos foram criados. Por outro lado, muitas empresas que passaram a investir na energia solar afirmam que a taxação gera insegurança jurídica, já que a agência prometeu previsibilidade por 25 anos e os investimentos foram de longo prazo.

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Quinta, 03 Dezembro 2020

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