Lucia Campos Pellanda: da pandemia, o contágio que ficou
Referência em saúde coletiva, Lúcia Campos Pellanda avalia o que a pandemia deixou para trás — e por que, cinco anos depois, a desinformação segue sendo o vírus mais difícil de controlar
Médica epidemiologista e ex-reitora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Lúcia Campos Pellanda esteve à frente da instituição entre 2017 e 2025 e hoje atua como diretora de Desenvolvimento Acadêmico na Secretaria de Educação Superior (SESu) do Ministério da Educação.
Coautora do estudo Epicovid 2.0, que analisou os impactos da pandemia nas famílias brasileiras cinco anos após a crise, ela fala sobre os efeitos persistentes da Covid-19 na saúde coletiva, na educação e na economia, o avanço da desinformação e o que aprendemos (ou deixamos de aprender) com o maior choque sanitário da história recente do Brasil.
Durante a entrevista ao videocast do Cenários de AMANHÃ, exatamente seis anos após o início da crise sanitária, Lúcia também destaca o papel fundamental da ciência e das universidades, a persistência das desigualdades e a urgência de uma "Saúde Única" para enfrentar os desafios futuros.
Veja abaixo o videocast na íntegra.
Sobre o Cenários de AMANHÃ
Os 17 episódios que compõem o hub de conteúdos do Cenários de AMANHÃ estão disponíveis neste link. A série de entrevistas Cenários de AMANHÃ tem contribuição essencial no documento "Rio Grande: a Reinvenção do Futuro", que reúne os conteúdos do projeto em formatos impresso e digital, com análises, dados oficiais e insights.
O projeto Cenários de AMANHÃ, iniciado em 1986, busca compreender como o estado, por meio de suas políticas públicas, lideranças, setores produtivos e soluções inovadoras, está construindo os alicerces de um futuro mais resiliente, competitivo e sustentável. Realizado a cada dez anos, está na quinta edição.