WEG apresenta receita líquida de quase R$ 11 bilhões no terceiro trimestre
Valor é 7,1% maior em relação ao segundo trimestre

A catarinense WEG conseguiu alcançar R$ 10,8 bilhões em vendas no terceiro trimestre, valor 7,1% maior do que o total do trimestre anterior. O lucro também subiu no mesmo período (veja mais detalhes na tabela ao final desta reportagem).
De acordo com a companhia, o crescimento da receita e a manutenção de margens operacionais foram impulsionados pelo bom desempenho dos negócios no mercado externo, sustentado pela boa demanda por produtos e serviços nos principais segmentos de atuação, apesar do impacto da valorização do real no período.
“No Brasil, voltamos a crescer em comparação com o mesmo período do ano anterior, fruto principalmente da continuidade das entregas de projetos ciclo longo, com destaque para transmissão e distribuição e sistemas de automação. Ao mesmo tempo, continuamos a reportar menor receita no negócio de geração solar devido à menor demanda de geração solar distribuída, aliada à ausência de novos projetos de geração centralizada”, detalha a WEG em seu relatório trimestral.
No mercado externo a empresa também teve crescimento, atingindo 62,5% da receita total, o maior nível já registrado na história da WEG, apesar da receita em reais ter sido impactada pela variação cambial. “Seguimos com um bom nível de entregas na área de geração, transmissão e distribuição de energia, principalmente na América do Norte, tanto no negócio de transmissão e distribuição quanto na demanda crescente por geradores. A área de equipamentos eletroeletrônicos industriais também contribuiu para a alta, apresentando continuidade na demanda pelos produtos e serviços nos principais mercados com destaque para os segmentos de óleo e gás e sistemas de ventilação e refrigeração”, revela a companhia de Jaraguá do Sul.
Entre julho e setembro foram investidos R$ 905,4 milhões em modernização e expansão de capacidade produtiva, máquinas e equipamentos e licenças de uso de softwares, sendo 39,8% destinados às unidades produtivas no Brasil e 60,2% aos parques industriais e demais instalações no exterior. No Brasil, foi dada continuidade nos investimentos de ampliação da capacidade de produção de transmissão e distribuição, além do avanço dos aportes de aumento da capacidade produtiva de equipamentos de grande porte em Jaraguá do Sul e Guaramirim somados aos investimentos de verticalização em Linhares.
