Indústria do Paraná avança 1% em setembro
Já o RS interrompeu dois meses consecutivos de crescimento

Em agosto, a produção industrial nacional recuou 0,6% frente ao mês anterior, na série com ajuste sazonal, com dez dos quinze locais pesquisados apresentando resultados negativos. As reduções mais acentuadas ocorreram no Pará (-7,3%), Amazonas (-5,7%) e Rio Grande do Sul (-4,5%). Minas Gerais registrou variação nula (0,0%). Já a Bahia (3,7%) apontou a expansão mais elevada.
A média móvel trimestral foi de uma queda de 0,7%, com resultados negativos em doze dos quinze locais pesquisados. Os recuos mais acentuados foram registrados por Pará (-4,6%), Ceará (-2,8%), Pernambuco (-2,0%), Amazonas (-1,9%) e Mato Grosso (-1,9%). Por outro lado, Bahia (1,9%) mostrou o avanço mais elevado em agosto de 2026.
Pará (-7,3%), Amazonas (-5,7%) e Rio Grande do Sul (-4,5%) assinalaram as reduções mais acentuadas, com o primeiro local marcando o quinto mês seguido de queda, período em que acumulou perda de 19,5%; o segundo eliminando parte do avanço de 14,3% verificado no mês anterior; e o último interrompendo dois meses consecutivos de crescimento, período em que acumulou ganho de 6,4%.
Ceará (-3,6%), Pernambuco (-2,5%), Espírito Santo (-2,5%), Santa Catarina (-1,5%) e Goiás (-1,1%) também registraram recuos mais intensos do que a média nacional (-0,6%), enquanto o Nordeste (-0,5%) e São Paulo (-0,2%) completaram o conjunto de locais com queda na produção em agosto de 2026. Minas Gerais, ao assinalar variação nula (0,0%) neste mês, repetiu o patamar de produção de julho de 2026.
Por outro lado, Bahia (3,7%) apontou a expansão mais elevada em agosto de 2026 e marcou o terceiro mês consecutivo de crescimento, período em que acumulou ganho de 5,8%. Rio de Janeiro (1,1%), Mato Grosso (1,0%) e Paraná (1%) também mostraram resultados positivos em agosto de 2026. Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou queda de 0,7% no trimestre encerrado em agosto de 2026 frente ao nível do mês anterior e permaneceu com o comportamento negativo registrado em julho (-0,9%) e junho de 2026 (-0,5%), quando interrompeu a trajetória ascendente iniciada em janeiro de 2026.
Em termos regionais, 12 dos 15 locais pesquisados apontaram taxas negativas neste mês. Os recuos mais acentuados foram registrados por Pará (-4,6%), Ceará (-2,8%), Pernambuco (-2%), Amazonas (-1,9%) e Mato Grosso (-1,9%). Por outro lado, Bahia (1,9%) assinalou o avanço mais elevado em agosto de 2026. Na comparação com agosto de 2025, o setor industrial assinalou recuo de 1,2% em agosto de 2026, com doze dos dezoito locais pesquisados apontando redução na produção. Vale citar que agosto de 2026 (21 dias) teve o mesmo número de dias úteis que igual mês do ano anterior (21).