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TI na era da produtividade sob medida

Economia com contratação customizada chega a 50%

Os investimentos empresariais na transformação digital, isto é, na mudança de processos e atendimentos de plataformas analógicas para interfaces digitais, tem provado um salto nos orçamentos da área. Só no Brasil, o mercado de telecomunicações e tecnologia da informação (TI) deve crescer 4,9% neste ano, de acordo com projeções da consultoria International Data Corporation (IDC). No cenário mundial, as perspectivas também são otimistas: as cifras devem somar US$ 3,8 trilhões em 2019, alta de 3,2% em relação a 2018, segundo o Gartner. A consultoria aponta que o crescimento será puxado por uma mudança do conceito da TI, que deixará de ser uma área de apoio para execução de aplicativos de negócios para se tornar cada vez mais estratégica para as companhias.


Visando à economia de custos e à melhora no atendimento a consumidores, um número cada vez maior de empresas de diferentes portes tem optado por uma infraestrutura de TI as a service. O assunto pode soar novo aqui no país, mas já está em operação na Europa há pelo menos uma década. Trata-se de uma modalidade de consumo via contrato mensal de prestação de serviços, onde a contratada provê todos os equipamentos e serviços necessários para que a infraestrutura de TI atenda às demandas do negócio. “Não é porque alguém tem um carro que precisa investir para ter capacitação mecânica própria, pois isso custa tempo e dinheiro para pouco retorno – a não ser que se torne profissão. No caso da TI, também é assim: ela é fundamental para uma organização rodar, mas os demais recursos podem ser melhor aproveitados e rentabilizados quando a mesma fica sob os cuidados dos especialistas”, justifica Eduardo Gusmão, executivo de Serviços da HPE Brasil. Essa modalidade permite tanto a contratação de uma infraestrutura montada de acordo com as demandas atuais da empresa, incluindo hardware, software e serviços de sustentação, quanto para serviços pontuais e específicos. Fisicamente, tudo fica instalado onde fizer mais sentido para o negócio, seja on-premise ou em um datacenter contratado.


Com soluções sob demanda, as empresas garantem suporte nas suas operações de acordo com o que é necessário, sem ociosidade de capacidade funcional ou infraestrutura. A economia chega a ser superior a 50%, se avaliada com os benefícios fiscais – já que os encargos ficam por conta da prestadora de serviços. “Tratando cada caso com exclusividade e alocando os recursos mais adequados a cada realidade, fazemos com que nossos clientes obtenham vantagens financeiras, ganhos de produtividade e foquem seus esforços no que fazem de melhor. Afinal de contas, com algumas exceções, o negócio dos nossos clientes não é TI, e sim diferenciado e apoiado por TI”, explica Rafael Cardoso, Solutions Architect da empresa catarinense Sercompe, de Joinville. A taxa mensal dos serviços é baseada nas demandas de infraestrutura de TI da companhia, colaborando para a previsão financeira e de fluxo de caixa da empresa.



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